Toda a...

Armindo Rodrigues, uma vez mais. Anda esquecido, bem sei, como muitos poetas portugueses, mas aqui será sempre convidado.  Médico, tradutor,  homem da Vértice e da Seara Nova,  militante comunista. Morreu em 1993 sem uma evocação nos jornais.
Neste livro,  uma poesia marcada pelo tempo, gongórica e arrebatada, mas  em Quadrante Solar tem isto, que  é de  uma beleza hermética:
 
Toda a justiça é injusta, porque julga,
toda a ordem desordem, porque impõe,
toda a verdade errada, porque muda.


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